Eu sempre fui aquela que buscava a aceitação dos outros — vivia tentando agradar a todos: família, parentes, amigos… até que um dia percebi que esse esforço constante me afastava de mim mesma. Descobri que quem realmente me quer por perto não precisa que eu esteja sempre disponível, apenas presente de verdade.
Com o tempo, meu círculo foi diminuindo — e junto com ele, o peso das correntes que eu mesma havia colocado. Hoje, não sinto necessidade de saber da vida de quem está fora desse círculo, nem quero que saibam da minha. Minhas alegrias e minhas dores compartilho apenas com aqueles que demonstram amor genuíno por mim.
Sigo em paz com essa escolha — e posso dizer, com toda certeza: foi libertador.
Mary Marques

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